• rabello77

    @rabello77

    2 weeks ago
  • Universidade Federal de Uberlândia
  • Tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim ou tamanduaí, com certeza você já ouviu falar de alguma dessas espécies, mas você sabe quais são as diferenças e a importância de cada uma? Com o intuito de sensibilizar sobre os desafios da sobrevivência do animal na natureza, o #tamanduaday ou “dia do tamanduá” foi criado há menos de cinco anos. O dia 29 de novembro foi escolhido para relembrar a importância desses animais que são tão diferentes e tão parecidos ao mesmo tempo. No mundo existem quatro espécies de tamanduás e três delas são exclusivas da América Latina e estão presentes no Brasil. A família de mamíferos Myrmecophagidae se caracteriza principalmente pelo focinho alongado e estreito, que facilita na alimentação. A caça irregular e a perda de habitat são as principais ameaças enfrentadas pelas espécies, além de muitas estarem sujeitas a atropelamentos próximos às rodovias. O tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) ou papa-formigas é o mais conhecido e inconfundível por conta do tamanho e coloração. Durante a fase adulta chega a medir 190 centímetros e pesar 40 quilos. A espécie normalmente se alimenta de formigas, cupins, larvas e besouros, e pode ingerir até 30 mil insetos por dia. Essa variedade o torna um predador de grande importância para a cadeia alimentar. No Brasil, ocorre em campos naturais e no Cerrado, principalmente na região central e na Amazônia. Nas outras regiões é considerado de difícil visualização. Entre as três espécies encontradas no país, esta é a mais ameaçada. Cerca de 30% da população desses animais foram extintos nos últimos 10 anos. Os hábitos solitários dificultam a reprodução, que gera apenas um filhote por ano. O tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) também chamado de tamanduá-colete por conta da coloração é a espécie mais comum entre os três. Mede entre 47 e 77 centímetros na fase adulta e pode pesar até sete quilos. Endêmico da América Latina, ele procura abrigo em ocos de árvores e buracos abandonados no chão. No Brasil, ocorre em todos os biomas, do Cerrado à Caatinga. O tamanduá-mirim se alimenta também em cupinzeiros arbóreos e, quando se sentem ameaçados, adotam uma postura “bípede” para parecer maior! #medicinaveterinaria
    Rodrigo Rabello Tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim ou tamanduaí, com certeza você já ouviu falar de alguma dessas espécies, mas você sabe quais são as diferenças e a importância de cada uma? Com o intuito de sensibilizar sobre os desafios da sobrevivência do animal na natureza, o #tamanduaday ou “dia do tamanduá” foi criado há menos de cinco anos. O dia 29 de novembro foi escolhido para relembrar a importância desses animais que são tão diferentes e tão parecidos ao mesmo tempo. No mundo existem quatro espécies de tamanduás e três delas são exclusivas da América Latina e estão presentes no Brasil. A família de mamíferos Myrmecophagidae se caracteriza principalmente pelo focinho alongado e estreito, que facilita na alimentação. A caça irregular e a perda de habitat são as principais ameaças enfrentadas pelas espécies, além de muitas estarem sujeitas a atropelamentos próximos às rodovias. O tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) ou papa-formigas é o mais conhecido e inconfundível por conta do tamanho e coloração. Durante a fase adulta chega a medir 190 centímetros e pesar 40 quilos. A espécie normalmente se alimenta de formigas, cupins, larvas e besouros, e pode ingerir até 30 mil insetos por dia. Essa variedade o torna um predador de grande importância para a cadeia alimentar. No Brasil, ocorre em campos naturais e no Cerrado, principalmente na região central e na Amazônia. Nas outras regiões é considerado de difícil visualização. Entre as três espécies encontradas no país, esta é a mais ameaçada. Cerca de 30% da população desses animais foram extintos nos últimos 10 anos. Os hábitos solitários dificultam a reprodução, que gera apenas um filhote por ano. O tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) também chamado de tamanduá-colete por conta da coloração é a espécie mais comum entre os três. Mede entre 47 e 77 centímetros na fase adulta e pode pesar até sete quilos.
Endêmico da América Latina, ele procura abrigo em ocos de árvores e buracos abandonados no chão. No Brasil, ocorre em todos os biomas, do Cerrado à Caatinga. O tamanduá-mirim se alimenta também em cupinzeiros arbóreos e, quando se sentem ameaçados, adotam uma postura “bípede” para parecer maior! #medicinaveterinaria
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    Tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim ou tamanduaí, com certeza você já ouviu falar de alguma dessas espécies, mas você sabe quais são as diferenças e a importância de cada uma? Com o intuito de sensibilizar sobre os desafios da sobrevivência do animal na natureza, o #tamanduaday ou “dia do tamanduá” foi criado há menos de cinco anos. O dia 29 de novembro foi escolhido para relembrar a importância desses animais que são tão diferentes e tão parecidos ao mesmo tempo. No mundo existem quatro espécies de tamanduás e três delas são exclusivas da América Latina e estão presentes no Brasil. A família de mamíferos Myrmecophagidae se caracteriza principalmente pelo focinho alongado e estreito, que facilita na alimentação. A caça irregular e a perda de habitat são as principais ameaças enfrentadas pelas espécies, além de muitas estarem sujeitas a atropelamentos próximos às rodovias. O tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) ou papa-formigas é o mais conhecido e inconfundível por conta do tamanho e coloração. Durante a fase adulta chega a medir 190 centímetros e pesar 40 quilos. A espécie normalmente se alimenta de formigas, cupins, larvas e besouros, e pode ingerir até 30 mil insetos por dia. Essa variedade o torna um predador de grande importância para a cadeia alimentar. No Brasil, ocorre em campos naturais e no Cerrado, principalmente na região central e na Amazônia. Nas outras regiões é considerado de difícil visualização. Entre as três espécies encontradas no país, esta é a mais ameaçada. Cerca de 30% da população desses animais foram extintos nos últimos 10 anos. Os hábitos solitários dificultam a reprodução, que gera apenas um filhote por ano. O tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) também chamado de tamanduá-colete por conta da coloração é a espécie mais comum entre os três. Mede entre 47 e 77 centímetros na fase adulta e pode pesar até sete quilos.
    Endêmico da América Latina, ele procura abrigo em ocos de árvores e buracos abandonados no chão. No Brasil, ocorre em todos os biomas, do Cerrado à Caatinga. O tamanduá-mirim se alimenta também em cupinzeiros arbóreos e, quando se sentem ameaçados, adotam uma postura “bípede” para parecer maior! #medicinaveterinaria

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